A Incrível Saudação
Saudações, povo que futuramente lerá este blog por toda a eternidade.
Para estar visualizando este blog, provavelmente você me conhece, e eu passei o link deste para você ler. Agora que está aqui, terá que ler, me conhecendo ou não.
Vou começar com estórias legais, pois grande parte do blog se dedicará a isso.
Para estar visualizando este blog, provavelmente você me conhece, e eu passei o link deste para você ler. Agora que está aqui, terá que ler, me conhecendo ou não.
Vou começar com estórias legais, pois grande parte do blog se dedicará a isso.
Para começar, postarei duas estórias para vocês lerem. Não vai doer, vá em frente.
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Lá estava Roberto, no seu computador de última geração.
- Baixou minha música? – Teclava Roberto com seu amigo Marcelo, pela Internet.
- Baixei nada, esqueci. Amanhã na hora do almoço, eu deixo baixando e te passo depois. – Digitava rapidamente Roberto.
- Beleza cara, mas baixa, caralho. Tô afim de ouvir ela. – Reclamava Marcelo.
Para ser sincero, Roberto nunca costumava cumprir favores, e se os cumpria, demorava. Roberto desligou o computador. Era muito tarde, já passava das três da madrugada. Foi se deitar, dormiu, então, teve um sonho.
Roberto estava na sua casa, parecia um pouco alterada, faltava a mobília. Então, uma figura translúcida irrompeu das paredes, sua aparência era igual a de Marcelo.
- Roberto... Roberto... Jamais irei perdoar tua atitude! Não baixaste minha música pelo pecado da preguiça! Agora veja minha situação! Estou desmembrado! - Mostrou a Roberto o pedaço de seu braço, ou o que sobrara dele, faltava-lhe o antebraço - Estou morto! Fui torturado até a morte... Tudo porque não me baixaste a maldita música!
Roberto acordou assustado. Ligou o computador desesperado com o amigo, tinha Marcelo sucumbido à tortura? Sem saber de nada, abriu o programa no qual faria o download da música que Marcelo queria, enquanto rezava para que o amigo não estivesse morto. Pegou a música, e esperou pelo amigo no dia seguinte, ansioso.
Se Roberto passou a música para o amigo, e se o mesmo estava de fato morto, não se sabe.
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Carlos era fumante. Fumava muito Fumava mais de um maço de cigarro por dia, era um viciado. A maioria das pessoas que fumam cigarro parecem não querer admitir que cigarro é uma droga, assim como a cocaína, ou a maconha, Carlos era um deles.
Tinha uma família, eram fumantes passivos, o filho maior não fumava, mas fora incentivado pelo pai, coisa que não surtiu efeito, a filha menor não comentava sobre o cigarro, mas a mulher, odiava que ele fumasse. A única vez que parou de fumar foi na gravidez de sua mulher, depois de ela insistir muito, afirmando que faria mal para o feto caso ela inalasse a fumaça maldita. Fora isso, era uma chaminé ambulante.
Certo dia, chegara a fumar mais de dois maços. Como eram uma família pobre, Carlos já chegou a não comprar o pão para os filhos parar comprar cigarro, sempre alegava não ter dinheiro para o mesmo. Seus filhos nunca desconfiaram de nada.
Mas um dia, fora para o médico para verificar seus pulmões, a pedido da irmã, que não fumava.
- O senhor tá na maior merda que poderia se encontrar, senhor Carlos. - Disse o médico.
Carlos morreu meses depois, deixando sua mulher e seus filhos. Agora, sua família não tinha mais o homem que trazia o pão para casa (se bem que o pão era trocado por cigarro constantemente), sofreram muito, e muito. O vício é algo perigoso.
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Isso aí pessoal, volto amanhã pra postar mais algum conto maneiríssimo ou alguma idéia brilhante minha. Enquanto assisto Naruto e começo a assistir Bleach novamente. Obrigado por ler este blog, espero que continue acompanhando-o até o dia que ele não exista mais ou fique abandonado.
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Lá estava Roberto, no seu computador de última geração.
- Baixou minha música? – Teclava Roberto com seu amigo Marcelo, pela Internet.
- Baixei nada, esqueci. Amanhã na hora do almoço, eu deixo baixando e te passo depois. – Digitava rapidamente Roberto.
- Beleza cara, mas baixa, caralho. Tô afim de ouvir ela. – Reclamava Marcelo.
Para ser sincero, Roberto nunca costumava cumprir favores, e se os cumpria, demorava. Roberto desligou o computador. Era muito tarde, já passava das três da madrugada. Foi se deitar, dormiu, então, teve um sonho.
Roberto estava na sua casa, parecia um pouco alterada, faltava a mobília. Então, uma figura translúcida irrompeu das paredes, sua aparência era igual a de Marcelo.
- Roberto... Roberto... Jamais irei perdoar tua atitude! Não baixaste minha música pelo pecado da preguiça! Agora veja minha situação! Estou desmembrado! - Mostrou a Roberto o pedaço de seu braço, ou o que sobrara dele, faltava-lhe o antebraço - Estou morto! Fui torturado até a morte... Tudo porque não me baixaste a maldita música!
Roberto acordou assustado. Ligou o computador desesperado com o amigo, tinha Marcelo sucumbido à tortura? Sem saber de nada, abriu o programa no qual faria o download da música que Marcelo queria, enquanto rezava para que o amigo não estivesse morto. Pegou a música, e esperou pelo amigo no dia seguinte, ansioso.
Se Roberto passou a música para o amigo, e se o mesmo estava de fato morto, não se sabe.
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Carlos era fumante. Fumava muito Fumava mais de um maço de cigarro por dia, era um viciado. A maioria das pessoas que fumam cigarro parecem não querer admitir que cigarro é uma droga, assim como a cocaína, ou a maconha, Carlos era um deles.
Tinha uma família, eram fumantes passivos, o filho maior não fumava, mas fora incentivado pelo pai, coisa que não surtiu efeito, a filha menor não comentava sobre o cigarro, mas a mulher, odiava que ele fumasse. A única vez que parou de fumar foi na gravidez de sua mulher, depois de ela insistir muito, afirmando que faria mal para o feto caso ela inalasse a fumaça maldita. Fora isso, era uma chaminé ambulante.
Certo dia, chegara a fumar mais de dois maços. Como eram uma família pobre, Carlos já chegou a não comprar o pão para os filhos parar comprar cigarro, sempre alegava não ter dinheiro para o mesmo. Seus filhos nunca desconfiaram de nada.
Mas um dia, fora para o médico para verificar seus pulmões, a pedido da irmã, que não fumava.
- O senhor tá na maior merda que poderia se encontrar, senhor Carlos. - Disse o médico.
Carlos morreu meses depois, deixando sua mulher e seus filhos. Agora, sua família não tinha mais o homem que trazia o pão para casa (se bem que o pão era trocado por cigarro constantemente), sofreram muito, e muito. O vício é algo perigoso.
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Isso aí pessoal, volto amanhã pra postar mais algum conto maneiríssimo ou alguma idéia brilhante minha. Enquanto assisto Naruto e começo a assistir Bleach novamente. Obrigado por ler este blog, espero que continue acompanhando-o até o dia que ele não exista mais ou fique abandonado.
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